Erro brasileiro
O árbitro brasileiro Salvio Spínola Fagundes apitou a partida e não conseguiu coibir as entradas violentas dos dois lados do campo. Além disso, ele deixou de marcar um pênalti claro sofrido pelo meia-atacante Pablo Barrientos, do Estudiantes. Aos 17 minutos do primeiro tempo, o jogador foi derrubado em cima da linha da grande área, mas o juiz, equivocadamente, marcou a falta ao invés da penalidade.
Ainda na primeira etapa, o time da casa assustou também em bicicleta do centroavante Rodrigo López e em cobrança de falta de Pablo Barrientos, que desviou na barreira e obrigou o goleiro Diego Barreto, que já se deslocava para o outro lado, a fazer grande defesa. Mas os visitantes não ficaram só na defesa. No início do jogo, o zagueiro Luis Pedro Benítez conseguiu cabeçada que triscou no travessão e, aos 16 minutos, o atacante Roberto Nanni, artilheiro da competição com sete gols, limpou o marcador dentro da grande área e bateu forte para boa defesa de Agustín Orión.
Retranca e alívio
Embora tenha assustado a meta dos anfitriões, o Cerro Porteño voltou todo recuado para a etapa final, e armou uma barreira que dificultou a vida de Verón e companhia. O Estudiantes só conseguiam chegar em bolas alçadas na área, como nas cabeçadas de Pablo Barrientos e de Rodrigo López que Diego Barreto defendeu sem grandes dificuldades. Sem seu capitão inspirado, o time argentino pecou muito na parte técnica.
Aos 38 minutos, Verón, demonstrando muito cansaço, deixou o campo para a entrada de Leandro Benítez. Nada que mudasse o panorama da partida até os 41 minutos, quando o volante Rodrigo Burgos, em mais uma entrada forte, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um a mais em campo, o Estudiantes cresceu e teve criou sua melhor chance dois minutos depois: após cobrança de escanteio, Rodrigo López subiu mais que a marcação e cabeceou forte, com a força de um chute, mas a bola foi em cima do goleiro Diego Barreto, que salvou a equipe paraguaia e saiu como heroi da partida.
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